quinta-feira, 14 de março de 2013

Pedras, pedragulhos e calhaus.

Não me chateies. Vai-te embora. Desaparece. Não te quero ver, nem ouvir, nem te aturar. Não estou com paciência para as vossas merdas. Tenho mais que fazer. Mais que aturar. Não aguento muito mais. Estou calada á demasiado tempo. Ainda estou á espera do dia que vou explodir e ai quem desaparece sou eu. Por uns dias. Apenas por um dia. Talvez umas horas. Talvez até menos. Mas vou afastar-me, nem que seja por dez minutos. Porque apesar de sentir-me assim, também gosto muito de vocês. E porque gosto de vocês é porque não explodo e não começo a atirar com facas, pedras, pedragulhos, calhaus, paus, ramos, arvores inteiras! Não o faço. Mas também preciso de desabafar.... E nem que seja a escrever, eu hei-de faze-lo. Porque eu não quero estragar o que a nossa amizade é.

Mas ainda estou magoada e espero que compreendam isso (ou pelo menos tentem compreender).

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